quarta-feira, 25 de julho de 2012

Um estudo rápido sobre a Fotografia: André Kertész


André Kertész


               André Kertész nasceu em Budapeste, Hungria, em 1894 e morreu em 1985, Nova Iorque, Estados Unidos.
               Iniciou sua carreira como fotógrafo de rua, aliás ele foi pioneiro da “fotografia de rua”, fotografando com uma câmera pequena atitudes da vida cotidiana, principalmente.
              Seus temas são muito variados, embora ressalte neles a curiosidade visual na hora de encontrar novas perspectivas das coisas mais comuns.
              A partir de 1963, dedicou-se somente à produção de ensaios pessoais e à exibição e publicação de sua obra. É reconhecido como um dos maiores fotógrafos do mundo.


“Meudon” – Paris (1928)


 “Fete Foraine” – Paris (1931)


 “Poughkeepsie” – Nova Iorque (1937)






A bistro, Paris, 1927




Kertesz_19 Lost Cloud, New York, 1937


Kertesz_27 Underwater Swimmer, Esztergom, 1917



terça-feira, 24 de julho de 2012

Um estudo rápido sobre a Fotografia: Alfred Stieglitz

Alfred Stieglitz


              Nasceu dia 1° de Janeiro de 1864 em Hoboken. Em seu desenvolvimento como um fotógrafo, Stieglitz começou a desenhar em cima da cena urbana para seus súditos logo após seu retorno a Nova York em 1890. Na época, seus motivos foram consideradas impróprias para o tratamento artístico na fotografia, embora realista e pintores impressionistas na Europa tinha lidado com material similar há mais de 40 anos. Enquanto o seu estilo pessoal evoluiu, a influência da pintura de fin-de-siècle alemão, da xilogravura japonesa, e simbolista e as correntes cubista ficou visivelmente interligados em imagens coerentemente estruturadas e em movimento que parecem encarnar a realidade de seu tempo.


O Terminal, New York  -1892



New York -1893



1903


1916
























Um estudo rápido sobre a Fotografia: Alexander Rodchenko

Alexander Rodchenko


              Rodchenko nasceu em São Petersburgo, em 1891. Seu pai, filho de um servo, trabalhava num teatro; a sua mãe era lavadeira. No começo de 1900, a sua família mudou-se para uma cidade de província, Kazán, no Oeste de Rússia, onde Rodchenko logo entrou para uma Escola de Arte. Posteriormente foi para Moscovo, onde continuou o seu estudo de arte. É, nesta altura, em 1915, influenciado por Malevich, que começou a pintar, com uma tendência abstracta
             Alexander Rodchenko é um dos artistas russos mais versáteis dos anos 20 e 30. Como outros muitos artistas dessa época de fervor artístico, experimentou com diferentes técnicas de expressão artística, estudando a pintura, a fotomontagem e a fotografia em profundidade, com o fim de obter imagens sempre inovadoras. Rodchenko representa uma figura muito importante no panorama das vanguardas artísticas e suas imagens tem contribuído para a difusão de Construtivismo Soviético. Faleceu em 1956.




Rodchenko com sua esposa e colaboradora, Varvara Stepanova. 


           1924


     1924




















segunda-feira, 23 de julho de 2012

Jogos Vorazes

Tenho que agradecer a pessoa amada que é o Iago Prado, que me fez ir ao cinema para assistir o nova saga  emocionante de Jogos Vorazes. E como sempre depois de ver um filme que te prende fui dar uma olhada nos livros. Felizmente não me decepcionei nem um pouco ao contrário queria ler mais e mais e saber tudo o que iria acontecer. Suzanne Collins nos transporta para um mundo totalmente novo, criativo. Todas as noites pensava nos tributos e em como a Capital é realmente terrível. Será como irá ser o final?
Ainda não li o terceiro livro (Esperança), mas estou louca para que ele chegue até minhas mão, para devorá-lo como foi o primeiro (Jogos Vorazes) e o segundo (Em Chamas).
Agora estou viciada nessa séria, e preocupada em como o segundo filme será. Estou torcendo que seje tão perfeito e completo quanto o primeiro.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

doi

vi seus olhos, não estavam nem um pouco felizes. eu fiz com tanto carinho, procurei, escrevi, mandei protocolar ainda com meu usuário. quando te liguei você me pareceu tão feliz. O que houve, o que eu fiz? O que eu sempre faço?
estou triste, e doi, porque pensei por alguns instante que você ficaria feliz por uma coisa que fiz para ti.